Pearl Jam Twenty (PJ20): Ingressos a venda!

Já estão a venda os ingressos para o longa documentário sobre os 20 anos do Pearl Jam, chamado Pearl Jam Twenty, nos cinemas.

Aqui no Rio de Janeiro, o filme será exibido no dia 20 de Setembro, as 21:30.

Confira abaixo do trailer a lista de cidades onde o filme será exibido:

  • Maceió – Kinoplex Maceió
  • Maceió – Kinoplex Maceió
  • Manaus – Cinemais Millenium
  • Salvador – Cinépolis Salvador Norte
  • Salvador – UCI Aeroclube
  • Fortaleza – UCI Iguatemi Fortaleza
  • Brasília – Kinoplex Park Shopping
  • Goiânia – Goiânia Shopping
  • São Luís – Cinesystem Rio Anil
  • Belo Horizonte – Estação Usiminas Paragem
  • Juiz de Fora – UCI Independência
  • Uberlândia – Cinemais Uberlândia
  • Cuiabá – Cinemais Cuiabá
  • Belém – Cinépolis Boulevard Belém
  • Recife – UCI Shopping Recife
  • Curitiba – UCI Curitiba Shopping Estação
  • Maringá – Cinesystem Maringá Park
  • Rio de Janeiro – Cinépolis Cinépolis Lagoon
  • Rio de Janeiro – Estação Vivo Gávea
  • Rio de Janeiro – Kinoplex Tijuca
  • Rio de Janeiro – UCI New York City Center
  • Porto Alegre – Cinesystem Shopping Total
  • Blumenau – Cinépolis Blumenau Norte
  • Florianópolis – Cinesystem Shopping Iguatemi
  • Barueri – Cinépolis Alphaville
  • Campinas – Cinesystem Galleria Campinas
  • Campinas – Kinoplex Dom Pedro
  • Ribeirão Preto – Cinépolis Santa Úrsula
  • Santos – Cine Roxy Gonzaga
  • São José do Rio Preto – Cinemais São José do Rio Preto
  • São José dos Campos – Cinesystem Vale Sul Shopping
  • São Paulo – Cinépolis Largo Treze
  • São Paulo – Kinoplex Itaim
  • São Paulo – UCI Anália Franco

 

 

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PJ20 Destination Weekend

Com as comemorações dos 20 anos do Pearl Jam, essa semana rolou o PJ20 Destination Weekend, um showzão com várias bandas amigas do Pearl Jam.

No encontro, além de Queens Of The Stone Age, Mudhoney e Strokes, Chris Cornell participou de uma “reunion” do Temple of The Dog e cantou “Hunger Strike”, um clássico do grunge. :D

Separei alguns desses momentos em video no youtube.

IMPERDÍVEL!

Hunger Strike – Temple of The Dog

Daughter – Pearl Jam

Not For You – Pearl Jam + Julian Casablancas

Release – Pearl Jam

Little Sister – Queens Of The Stone Age + Eddie Vedder

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Capa de Lulu, álbum do Metallica com Lou Reed.

Lulu, novo album do Metallica com Lou Reed

Capa de Lulu


Saiu a capa do álbum novo do Metallica em parceria com Lou Reed: Lulu. É o álbum mais Caetano que existe. Eu explico: Pode ser foda pra caralho, ou não. Pode ser uma grande merda, ou não. Pode ser um sucesso, ou não.

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Análise: Beirut – The Rip Tide

Capa do álbum The Rip Tide do Beirut

Beirut - The Rip Tide

Com The Rip Tide, o Beirut chega ao terceiro álbum. Em apenas 33 minutos de som, distribuidos em 9 músicas, o curto álbum trás o mesmo Beirut que conhecemos, sem muitas mudanças.

O álbum começa com “A Candle’s Fire”, uma das melhores do álbum, composta por Zach Condon. A música é carregada de metais, conta o ukulele característico de outras músicas do Beirut e segue com a aquela levada “beiruteana” de banda de praça de cidadezinha do interior. :D

A segunda música, “Santa Fe”, assim como a faixa que leva o nome do álbum, tem aquele flerte do Beirut com as batidas eletrônicas e sintetizadores que já aconteciam do EP March Of The Zapotec/Holland, e que não me agradam muito. Em Santa Fe, acho a parte eletrônica muito carregada, e a música chega a ser animada demais (de um jeito ruim). Já em The Rip Tide, a batida eletrônica não chega a interferir muito no andamento da música.

O disco segue com a receita de bolo do Beirut e nenhuma música se destaca a ponto de termos outra Elephant Gun, The Penalty ou uma nova Nantes.

Achei o disco morno. Não é ruim, porém não me empolgou muito.

NOTA 7

Acho que a coisa mais legal que o Beirut fez recentemente foi a regravação de “O Leãozinho” do Caetano Veloso para o RED HOT + RIO 2

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Análise: Forfun – Alegria Compartilhada

Forfun - Alegria Compartilhada

Forfun - Alegria Compartilhada

Todo mundo sabe o que é o preconceito e, mais ainda, todos falamos e sabemos o quanto ele é prejudicial. No caso da música, o preconceito é incrivelmente prejudicial e é quase impossível de se livrar dele. Comecei este post falando disso porque tem muita gente que vai falar que odeia Forfun e que o novo álbum deles é uma merda sem nem ter ouvido. Ou pior: vai começar a ouvir e nos primeiros acordes já vai falar que não gostou.

Sei que as 4 pessoas que lêem este blog ainda poderão ler isso e pensar: “Não volto nunca mais aqui, o cara pirou”

Pois é, tenho pena dessas pessoas. Confesso que não sou o cara perfeito, que dá uma segunda chance pra tudo e que ouve tudo com bom coração. No caso do ForFun, sou suspeito pra falar, porque ouvia os moleques nos shows do Casarão Amarelo e Kachanga da vida, e ria muito das letras como “Não sei se viro o boné pra trás ou fico sem” das demos. Era “lesk” music, o mais próximo do Blink 182 que a galera conseguia chegar.

Com aquelas músicas os caras assinaram, lançaram o Teoría Dinâmica Gastativa que eu considero um álbum bem legal, acho que mais porque me lembra os tempos de Casarão e porque também é muito bem tocado do que por qualquer outra coisa.

Depois, os caras lançaram o Polisenso, e a lesk music deu lugar a um som muito diferente, mais puxado pro Reggae, com experimentação de sons e barulhinhos. Polisenso já é um álbum que eu acredito que muita gente não ouviu por preconceito com o som antigo dos caras, e é excelente.

A evolução continuou e com Alegria Compartilhada, o Forfun se afirma como uma banda de reggae rock, e eu faria até um paralelo com o som do Sublime.

O que me faz gostar muito do Forfun é a positividade passada nas músicas, não só no som, mas também nas letras. O álbum é sempre “pra frente” e leve de ouvir.

Mas não fiquem achando que o som dos caras está sem peso, muito pelo contrário, o baixo marcadão do Reggae está presente, naipes de metais e, em em músicas como Cosmic Jesus, temos guitarras rasgadas e até mesmo uma bem encaixada presença de Black Alien rimando em cima da base, um Dub bem trabalhado.

Em “Tropicália Digital”, um rapzão grooveado, no estilo Red Hot Chili Peppers das antigas, e “Quando a Alma Transborda” o peso também está bem presente.

Minha música preferida do momento é “Quem Vai Vai”, cujo clipe já está rolando por aí. Refrão chiclete e o naipezinho de metais, sem erros.

“Descendo o Rio” é uma baladinha no melhor estilo fim de tarde, depois da praia, deitadão na rede. Pelo menos foi essa sensação que me passou. Outra balada é Morada, com um belo vocal acompanhado de uma flauta, metais e uma letra caprichada. Outras, como Dissolver e Recompor, são pop o suficiente para tocar em rádios mas sem serem “pensadas pro mercado”.

O álbum ainda conta com a bastante divertida “Largo dos Leões” onde a banda brinca com o nome dos blocos de carnaval do Rio de Janeiro num dubzão clássico e que pra mim, que moro a uma quadra do tal largo, foi uma surpresa muito boa.

Enfim, o que me parece é que os caras do Forfun amadureceram sem pensar muito em agradar aos outros, pois mudar completamente o estilo do som entre álbuns não é algo muito fácil de se fazer na música, pois existe a certeza de que muitos fãs se perderão no caminho. Mas da pra perceber que neste 3o álbum eles encontraram o seu estilo e que, se eles agradarem a eles próprios, provavelmente estarão agradando muita gente. Este que vos escreve é um deles.

Se você ficou curioso pra ouvir o som dos caras, ele está presente no QPP 43 e o álbum inteiro pode ser baixado no site oficial da banda.

NOTA 7

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