JPLAGES.COM: Q U E M P O D E P O D A

Um podcast carioca sobre o nada. Uma ilha musical rodeada de besteiras por todos os lados.
Nov 4

É isso mesmo que você leu, caro amigo!

Hoje, o Quem Pode Poda, um dos Embaixadores do festival Planeta Terra 2009 irá sortear para 2 felizardos um ingresso para o festival, que acontece esse final de semana na cidade de São Paulo.

Para participar é mole mole, fácil fácil.

Basta clicar AQUI e dar um tweet na frase até as 20:00.

Agora é só aguardar!!!

Os sorteados serão divulgados por mim (@jplages) as 21:00 de hoje.

Boa sorte!!!!

Oct 13

PLANETA_TERRA_FESTIVAL_2009

Parece que foi ontem que o QPP foi pra terra da garoa curtir o organizadíssimo festival Planeta Terra com nomes de peso como Kaiser Chiefs, Offspring, Bloc Party e muitos outros.

O site do festival já está no ar em www.planetaterra.com.br

Esse ano o festival está de volta com muitas novidades.

Entre os nomes temos, entre outros, Iggy Pop com os Stooges, Primal Scream, Maximo Park, Ting Tings, Metronomy e Sonic Youth e os brazucas do Móveis Coloniais de Acaju e Copacabana Club.

O QPP vai ser novamente um dos embaixadores do Planeta Terra e além das informações oficiais do festival teremos sorteio de convites e outras coisinhas mais… Aguardem e confiem!

O festival desse ano vai contar com uma promoção onde o internauta poderá customizar um ônibus virtual, com diversos gadgets malucos (de um paparazzo particular até um balde repleto de pirocópteros), e convidar o máximo de pessoas para segui-lo.  O internauta com mais seguidores terá  os seus gadgets dentro do ônibus do Planeta Terra, que servirá como camarote para o vencedor  mais cinco convidados, além de vinte quatro “passageiros” que serão escolhidos pelo público por meio de uma votação no site www.planetaterra.com.br/onibus

Aqui vai  o release oficial do festival, cuja campanha está sendo feita pela DM9DDB.

Confira a programação dos palcos do festival:

SONORA MAIN STAGE:

02:00 – 03:00 – Etienne de Crecy (live act)
00:15 – 01:30 – Iggy Pop and The Stooges
22:15 – 23:45 – Sonic Youth
20:30 – 21:45 – Primal Scream
19:00 – 20:00 – Maximo Park
17:30 – 18:30 – Moveis Coloniais de Acaju
16:00 – 17:00 – Macaco Bong

COCA-COLA ZERO STAGE

03:00 – 04:00 – Anthony Rother (live act)
01:30 – 02:30 – N.A.S.A.
00:00 – 01:00 – The Ting Tings
22:30 – 23:40 – Metronomy
21:00 – 22:00 – Patrick Wolf
19:30 – 20:30 – Copacabana Club
18:00  – 19:00 – Ex!

Além de música, interatividade e diversidade, o público que for conferir o Planeta Terra Festival 2009 ainda poderá se divertir em alguns brinquedos do parque que estarão funcionando. Como nas edições anteriores, o Terra TV transmitirá o evento ao vivo.

Em 2008, o Planeta Terra recebeu 15 mil pessoas, que assistiram a nomes como Kaiser Chiefs, Bloc Party, Offspring, The Jesus and Mary Chain, Mallu Magalhães, entre muitos outros. O Planeta Terra Festival é uma realização do Terra, empresa de internet e mídia digital líder na América Latina, com organização da B/Ferraz. A censura do evento é de 18 anos.

As atrações do Planeta Terra 2009

A lendária banda de rock norteamericana The Stooges, liderada por Iggy Pop, está retomando às atividades com o guitarrista James Williamson no lugar de Ron Asheton, falecido em janeiro último. Um dos precursores da sonoridade punk imitada depois por várias bandas, Williamson fez parte do The Stooges entre 1971 e 1974 – quando a banda atuou como Iggy & The Stooges – e gravou e compôs com Iggy Pop todas as músicas de um dos maiores clássicos do rock mundial, o álbum “Raw Power”, de 1973. A nova formação do The Stooges, além de Iggy e Williamson, conta ainda com o baterista original Scott Asheton, o saxofonista Steve Mackaye e o baixista Mike Watt. O repertório do show, cuja estréia mundial será no Planeta Terra 2009, terá as faixas de “Raw Power”, que a banda não toca ao vivo desde 1974. Aliás, Williamson não se apresenta no palco desde seu último show com a banda em 74. Iggy Pop é um dos mais carismáticos e influentes artistas da história do rock mundial. Cantor, compositor e ator, o americano é considerado o “padrinho do punk rock”, estando na ativa desde os anos 60. Depois do término do The Stooges, Iggy começou uma bem sucedida carreira solo.

Sonic Youth é uma das mais importantes bandas pioneiras do rock alternativo no cenário internacional. Formada em 1981, o grupo possui um estilo musical que mistura rock alternativo, elementos de noise, post-punk e composições avant garde. Ícone da música e da cultura norteamericana, seu estilo é considerado bastante peculiar e criativo, fundamentado em experimentações melódicas com influências do punk rock e do hardcore.Formada atualmente por Thurston Moore (vocais e guitarra), Lee Ranaldo (vocais e guitarra), Kim Gordon ( Baixo, guitarra e vocais), Mark Ibold (baixo) e Steve Shelley (bateria), o Sonic Youth foi inspirado nas sinfonias de guitarra de Glenn Branca, no punk do the Stooges, The Velvet underground e MC5, na poesia punk de Patti Smith e em compositores avant-garde, como John Cage. Muitas vezes a banda já foi aclamada por redefinir o que uma guitarra pode fazer, ao utilizar uma variedade de afinações alternativas e modificar o instrumento com objetos inusitados, como baquetas e chaves de fenda para alterar o seu timbre. (www.sonicyouth.com)

O Primal Scream é um grupo de rock alternativo, formado como um duo no ano de 1982 em Glasgow, Escócia, por Bobby Gillespie (antigo baterista do The Jesus and Mary Chain) e Jim Beattie. Atualmente, é composto por Andrew Innes e Robert ‘Throb’ Young (guitarristas), Martin Duffy (tecladista), Gary ‘Mani’ Mounfield (baixista), Darrin Mooney (baterista) e Bobby Gillespie (vocalista e guitarristas). Em turnê, o grupo conta ainda com Kevin Shields (guitarrista), produtor e ex-integrante da banda My Bloody Valentine.
(http://www.primalscream.net/NEWindex.html)
Um dos mais criativos artistas da cena contemporânea, Patrick Wolf é um jovem cantor e compositor inglês do sul de Londres, que utiliza uma enorme variedade de instrumentos em sua música, como o Ukelele, piano e viola. Conhecido por combinar elementos eletrônicos com instrumentos clássicos, seu estilo vai do folk romântico ao techno-pop e as raízes de sua música abraçam tudo de PJ Harvey a Stockhausen, da música folclórica inglesa ao legendário cantor e trompetista Chet Baker. (http://patrickwolf.com/)

O The Ting Tings é uma dupla inglesa de electro-indie-pop que foi formada em 2006 por Katie White (voz, guitarra e baixo) e Jules de Martino (voz, bateria e efeitos eletrônicos). We Started Nothing, primeiro álbum da banda com 10 faixas, alcançou o topo das paradas inglesas e vendeu mais de 300 mil cópias em apenas um mês. Destaque para os singles “Shut Up And Let Me Go” e “We Started Nothing”, temas da série de sucesso “Gossip Girl”, e para a canção “Be the One”, trilha do seriado “One Tree Hill”.
(www.thetingtings.com)

Metronomy é um grupo de música eletrônica formada por Joseph Mount na Inglaterra em 1999.    A banda atual é composta por Joseph Mount (compositor, cantor, teclado e guitarra), Oscar Cash (saxofone, vocal e teclado) e Gabriel Stebbing (teclado, vocal, e baixo). Metronomy produz remixes de diversos artistas, incluindo: Roots Manuya, Franz Ferdinand, The Klaxons, The Young Knives, Zero 7, Ladytron, Get Cape, Wear Cape, Fly, Kate Nash, Love is all, Late of the Pier e Lykke Li e já lançou dois álbuns: “Pip Paine” e “Nights Out”. Um dos discos mais bem falados de 2008.
(www.metronomy.co.uk)
O DJ, produtor e compositor Anthony Rother, um dos mais respeitados nomes da música eletrônica mundial contemporânea. Seu DJ Set condensa o que acumulou em seus 17 anos de carreira, revezando-se entre palcos e o estúdio, e percorrendo o  mundo com seu respeitado LIVE ACT. Rother transita pelo techno e pelo minimal, além do electro, e promete incendiar a pista do Planeta Terra 2009.

Etienne de Crécy é DJ e produtor francês de house music. Também é dono do selo “Solid” com Alex Gopher. Trabalhando no estúdio +XXX (plus thirty), lançou seu primeiro álbum -“Motorbass”- em parceria com Philippe Zdar, do Cassius. O segundo disco, “Super Discount”, de 1996, veio com colaborações do Air e Alex Gopher. Quatro anos depois, lançou “Tempovision” outro grande trabalho. São 11 faixas com o melhor de seu estilo, entre elas, “Hold The Line” e “When Jack Met Jill”, alguns dos destaques. O atual show do francês é um audio visual incrível, que foi apresentado no festival americano Coachella deste ano.

Maxïmo Park é uma banda britânica de indie rock formada em 2003. Comparada com Pulp e Franz Ferdinand, foi responsável pela revitalização do pós-punk da Inglaterra durante a década de 2000. A banda é formada por Paul Smith (vocal), Duncan Lloyd (guitarra), Archis Tiku (baixo), Tom English (bateria) e Lucas Wooler (teclado). Após alguns concertos em sua região, assinaram contrato com o renomado selo Warp Records. Em 2005 estrearam com o álbum “A Certain Trigger”, que teve bastante sucesso no Reino Unido, e cujo som foi divulgado em turnês de suporte para bandas como Kaiser Chiefs no NME Rock & Roll Riot Tour. Em abril de 2007 lançaram o mais recente álbum “Our Earthly Pleasures” e o primeiro single “Our Velocity”. A banda lançou um terceiro álbum este ano pelo renomado selo inglês Warp. São conhecidos pelas famosas performances ao vivo, sempre muito energéticas.
(http://maximopark.com)

N.A.S.A. é acrônimo para North America South America. Explica-se o nome: o duo é formado pelo norte-americano Sam Spiegel (irmão do cultuado cineasta Spike Jonze), 29, e pelo paulistano Zé Gonzales (ex membro do Planet Hemp), 39. A dupla usa os recursos de eletrônica dos anos 90 e bases feitas com samples de músicas dos anos 60 e 70. The Spirit of Apollo, seu primeiro álbum, é um CD com bastante influências do maximal e hiphop, e conta com várias participações especiais como Seu Jorge, Santigold, Lovefoxxx, M.I.A., Kanye West, Lykke Li, parte do Wu-Tang Clan,  George Clinton, Tom Waits, John Frusciante e David Byrne.
(http://www.myspace.com/nasa)

Com origem em Cuiabá, no Mato Grosso, o Macaco Bong nasceu como um quarteto de rock instrumental em 2004. Em 2005 se tornou um power trio, permanecendo com a proposta de rock instrumental baseado na desconstrução dos arranjos da música popular em seus formatos convencionais, aliando à linguagem das harmonias com jazz/fusion/pop e etc. Atualmente a banda é integrada por Bruno Kayapy (guitarra), Ynaiã Benthroldo (batera) e Ney Hugo (baixo).
(http://www.myspace.com/macacobong)

A banda brasiliense Moveis Coloniais de Acaju mistura rock, ska, ritmos brasileiros e do leste europeu. Formada em 1998, lançou seu primeiro CD no Rio de Janeiro em 2004. Em 2005, participou do Curitiba Rock Festival e se apresentou ainda em Goiania e São Paulo, além de apresentações de TV, como o especial do Raul Seixas no Som Brasil (TV Globo).  Em 2008 fez uma turnê de seis shows pela Europa e fecharam o repertório do segundo disco que foi gravado a partir de outubro do mesmo ano. É formada por André Gonzáles (voz); BC (guitarra); Beto Mejía (flauta transversal);  Eduardo Borém (gaita cromática e teclados);  Esdras Nogueira (sax barítono);  Fabio Pedroza (baixo); Fabrício Ofuji (produção); Gabriel Coaracy (bateria);  Paulo Rogério (sax tenor); e Xande Bursztyn (trombone).
(http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br)

A banda curitibana Copacabana Club surgiu no final de 2007. O quinteto formado por Lulli Frank (guitarra), Tile Douglas (baixo), Alec Ventura (guitarra e vocais), Camila Cornelsen (teclado e vocais) e Claudia Bukowski (bateria) lançou seu primeiro EP King of the Night em maio de 2008. Com uma média superior a 4000 acessos mensais no MySpace, já conquistaram o 4º lugar entre as bandas brasileiras mais visitadas do site. Em seu repertório, o Copacabana Club mistura indie rock com toques de eletrônico, punk e até mesmo bossa nova. O resultado é uma batida dançante ideal para tocar nas pistas mais agitadas.
(http://www.myspace.com/copacabanaclubmusic)

A EX! é a mais nova e esperada aposta de MONiQUE MAION. Em 2008, Monique desembarcou na Europa para realizar shows na Alemanha (@Wendel) e Suiça (@Musig B istro) com bilheteria esgotada em todas as suas apresentações. Monique foi considerada a “nova voz paulistana” pela Revista Rolling Stone, “Tom Waits brasileira” pelos blogs e “espírito livre” pelo Der Bund (jornal suiço). Além das suas bandas, Monique compôs e produziu a trilha sonora do curta “Outros Modos de Sentir” em 2007. O curta foi indicado para diversos festivais de cinema nacional. A moça também é vista com freqüência nas casas Underground de São Paulo com seus shows e participações especiais com a banda FIRMA. Depois de construir sua carreira solo e participar de projetos como SUNSET e DIE KATZEN, Monique embarca com a sua banda em uma mistura de PUNK, ELECTRO, RETRO, NEW WAVE, DISCO e ROCK. O som da EX!, tem como objetivo fazer as pessoas dançarem o tempo todo, fazendo do palco um verdadeiro cenário performático, caracteristica marcante de Monique. A EX! faz sua estréia no Planeta Terra 2009.
Locais e datas:

Planeta Terra Festival 2009
Dia 7 de novembro – Play Center – São Paulo

Abertura para as vendas:
02/09/2009 – 9:00 h
Para internet – www.planetaterra.com.br -  e call center (11-2846 6000)

Bilheteria do Citibank Hall
02/09/2009 – 12:00 h
Bilheteria Oficial do Planeta Terra

PREÇO:

1º Lote: inteira 140,00 / meia 70,00
2º Lote: inteira 170,00 / meia 85,00
3º Lote: inteira 190,00 / meia 95,00
4º Lote: inteira 200,00 / meia 100,00

Pontos de Venda Ticketmaster:

Saraiva Morumbi – SP
Av. Roque Petroni Jr, 1089 – Morumbi

Saraiva Center Norte – SP
Trav Casalbuono, 120 – Vila Guilherme

Saraiva Eldorado – SP
Av. Rebouças, 3.970 – Pinheiros

Saraiva Ibirapuera – SP
Av. Ibirapuera, 3.103 SUC 145 Piso Moema – Moema

Saraiva Analia Franco – SP
Av Regente Feijó, 1739 – Jd Analia Franco

Saraiva Iguatemi Campinas  – SP
Av. Iguatemi, 777-Suc c 2 Piso/ Vl. Brandina

Saraiva Paulista – SP
Rua Treze de Maio,1947 – Bela Vista

Saraiva Rio Sul – RJ
Rua Lauro Muller, 116 – Loja 301 – parte c-13° – Botafogo

Saraiva Norte Shop – RJ
Av. Dom Elder Camara, 5080 Loj 4503 Piso S – Pilares

Posto Ipiranga Gravatinha – SP
Av. Portugal, 1756 – Santo André

Shopping Iguatemi – SP
Av. Brig Faria Lima, 2232 – Jd Paulistano

Livrarias Curitiba – SP
Av. Aricanduva, 5555 – Cidade Líder

Cidade Jardim – SP   Gama Serviços e  Produtos
Av. Magalhães de Castro, 12000 loja 16.3 3o.Piso

São Bernardo do Campo – SP
Rua Continental, 290 – Vila Margarida – SBC/SP

São Caetano do Sul – SP
Rua Joana Angélica, 618 – Barcelona – SCS/SP

Bar Brahma    Av. São João, 677 – SP

Citibank Hall – SP
Av. dos Jamaris, 213 – Moema

Teatro Abril – SP
Av. Brigadeiro Luis Antônio, 411 – Bela Vista

Auditório do Ibirapuera – SP
Av. Pedro Alvares Cabral, s/n Pq. Ibirapuera – Vila Mariana

Chevrolet Hall – BH
Av. Nossa Senhora do Carmo 230 – São Pedro

Fnac Pinheiros – SP
Av. Pedroso de Moraes, 858 – Pinheiros

Fnac Campinas – SP
Av. Guilherme de Campos, 500 lj.A17

Fnac Paulista – SP
Av. Paulista, 901 – Bela Vista

Fnac Morumbi – SP
Av. Roque Petroni Jr, 1089 – Morumbi

Fnac Curitiba – PR
Av. Prof. Pedro P. de Souza,600 lj.101

Fnac Porto Alegre – RS
Av. Diário de notícias, 300 – Cristal

Fnac Brasília – DF
SAI/SO Área 6580

Fnac Barra Shopping -RJ
Av. das Américas, 4666 lj. B101 a114

Modern Sound – RJ
R. Barata Ribeiro, 502- lj. DF24E6 – Copacabana – Rio de Janeiro

Leitura BH Shopping – MG
Rod. BR 356, n°.3049 – Loja 37/38- Belvedere

Leitura Savassi – MG
Av.Cristóvão Colombo,167 , Bairro Savassi

Oct 7

Minha história na Europa é longa, envolve 10 cidades em diversos países, inúmeros perrengues e casos, mas o que importa pro QPP é que no final de tudo, em Lisboa, comprei uma barraca que armava sozinha, um sleeping bag e me lancei pros cafundós do Judas, no interior da Bélgica. Hasselt era o destino, mais especificamente em Kewit, uma estação de trem.

A ida até Bruxelas eu fiz de avião. Talvez uma das únicas coisas que foi realmente planejada nessa viagem. Passagem Lisboa-Bruxelas-Lisboa comprada no mesmo momento que eu comprei o meu ingresso pro festival, meses antes da viagem.

Chegando no aeroporto de Bruxelas, gigante por sinal, vejo que a Infraero da Bélgica é como a brasileira, ou seja, muito enrolada. Você sai do avião, anda anda anda, passa por um shopping center, desce três lances de escada rolante, sobre outros três novamente e nada de pegar a bagagem. A Bélgica é tão pequena que é bem capaz das malas terem ido parar na Holanda que é ali do lado e eles terem ido buscar  “rapidinho”.

Bem, malas na mão, ou melhor, barraca na mão, mochila nas costas, lá estava eu procurando a estação de trem que passava dentro do aeroporto. Coisa fina. Cheguei lá, me informei sobre a ida e a volta, o cara falou em inglês perfeito comigo, muito educado, imprimiu um papel com o horário do trem de volta e onde eu deveria saltar para fazer a baldiação. É assim que escreve? Baldiação? Vamos lá…

Pego um trem sozinho até a verdadeira estação giga de Bruxelas. Quando chego lá, trocentas mil cabeças, adolescentes, crianças e adultos esperando pelo trem. A maioria com suas mega mochilas, barracas e cervejas…mtas cervejas. Zoeira total.

Esqueci de dizer que o ingresso pro festival me dava direito ao trem de ida e volta de graça e como eu ia ficar os 3 dias do festival eu podia chegar um dia mais cedo para montar minha barraca e sair um dia depois do término do festival. Bom esquema.

Trenzão foda de 2 andares para na estação e a muvucada parte em massa pegar um lugar. O trem fica mais lotado do que trem da Central as sextas-feiras por volta das 19:00. Ok, não tão lotado, mas incrivelmente lotado. Teve gente que teve que ir em pé. Pelo menos tinha ar refrigerado e eu consegui um lugar pra mim sozinhão, sem ter lugar do lado.

Fone no ouvido e partiu!

Chegando em Kewit, o circo já estava armado. Da estação até a entrada do festival era uma pequena caminhada, mas já estava tudo tomado…. zilhões de pessoas, gente vendendo cachorro quente, cerveja, brindes sendo distribuídos, uma infinidade de gente sentada em cima das malas esperando algo (o que eu não sei). Fui num baita calor, de calça jeans (tinha acabado de sair de um vôo gelado) pegar a minha pulseira do festival. Ela seria o meu passaporte de entrada para a área de camping e no dia seguinte para o festival propriamente dito.

Esse “pegar a pulseira” que eu achei que fosse ser tranquilo, era uma zona. Um bilhão de pessoas se amontoando para conseguir trocar o ingresso pela pulseira porém as filas eram relativas. Não havia uma marcação nem nada, ou seja, era cada um por si.

No meio da fila tinha de tudo, gente sentada nas coisas bebendo, gente batendo foto, gente tocando violão, gente tocando zona, era uma farra só.

Quando chegou o meu momento de pegar a pulseira em um dos guichês, um louco veio falar comigo, o cara tava que era animação pura. Peguei minha pulseira, ele pegou a dele e quanto estávamos saindo da fila o telefone celular dele tocou e o toque era Reel Big Fish.

Quando ele desligou eu falei: “Gostei do toque, bela escolha. Reel Big Fish”.

Ele na hora falou: “Cadê sua galera?”

E eu: “Eu sou a minha galera”.

Aí ele falou: “Pois então agora você é da minha galera. A galera do mundo todo que combinou de se encontrar aqui pelo Facebook”.

Pronto, já tinha uma galera.

La dentro da área de camping a quantidade de gente já era mega ultra giga e não ia parar de crescer. Montamos nossas barracas, e acabei dando teto pra um dos caras do grupo que teve a barraca roubada quando foi buscar a pulseira dele. Deu mole, pra isso eu tô calejado :D

Barracas montadas, bandeirão do Brasil em cima da minha, bandeirão da Dinamarca hasteada em um mastro gigante q levaram e pronto, já estávamos prontos pro festival que começava no dia seguinte.

Naquele dia porém uma das tendas eletrônicas já abria para o deleite da galera. O nome já dizia tudo: THE BOILER ROOM. O lance era mais quente que o Rio de Janeiro no verão.

Mas vamos ao que interessa: os shows!

Primeiro Dia:

Fui para o palco chamado The Shelter e assisti 3 bandas na sequência: This City, Ghost of a Thousand e Zebrahead

A primeira era um screamo no estilo At The Drive In. O show foi bom, nada muito empolgante pra mim, mas foi interessante.

This City

A banda que veio na sequência, The Ghost of a Thousand, já tinha muito mais desenvoltura no palco, um vocalista beirando a insanidade, desses que desce do palco com microfone (com fio) e tudo, vai no meio da galera, volta, se joga, entra na roda e o escambau. O estilo era basicamente o mesmo da This City, um pouco mais pesado e menos emo, e com muito mais atitude por parte dos integrantes. Vi rodas como não havia visto em show algum. Aquele lance de geral ficar rodando feito louco…. mto foda….

A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand A Ghost Of a Thousand

E então fiquei pra ver a meio manjada Zebrahead, os caras já tiveram música na trilha do Fifa Soccer e etc… a galera esperava bastante a banda que mistura um punk rock com algo meio rap. Uma banda mais madura, um show mais maduro e bom por conta disso, mas as músicas que ouvi não eram nada empolgantes. O pessoal foi ao delírio.

Zebrahead Zebrahead Zebrahead

Do fim do Zebrahead fui do palco Shelter pro Marquee, onde o Bon Iver começava o show dele. A tenda não tinha espaço nem pra respirar. O povo já via o show do Bon Iver e aguardava ansiosamente pelo Dizzee Rascal, que eu já havia ouvido falar mas não tinha idéia do que era.

Entonces, vi deitado no chão o show do Bon Iver.  Um belíssimo show, mais pela presença da galera que era muitíssimo fã e cantava todas as musicas.

Ao final, vi uma verdadeira multidão correr pra ver o Dizzee Rascal, e eu fiquei lá deitadão do lado de fora da tenda esperando pra ver o que vinha por aí.

Bem, o estilo do cara e da música não me agrada. É quase como um funk pra inglês ver, tipo música de negão pra tocar no verão espanhol ou coisa parecida. A galera lá se amarrou muitíssimo e acho que a tenda recebeu lotação máxima permitida fora a galera que se amontoou fora da tenda para ver o show pelo telão. As meninas perdendo a linha na dancinha sensual. :D

Uma coisa sagaz do festival foi colocar públicos diferentes na mesma tenda, o que fazia com que o povo saísse da tenda no final dos shows. Pra vc ter uma idéia, tivemos Bon Iver, na sequência Dizzee Rascal e logo depois Wilco.

Resultado: Ao final do Dizzee Rascal a tenda esvaziou e lá fui eu ver o Wilco das primeiras filas.

Que belo belo belo show. Execuções perfeitas, vários hits no setlist, e o guitarrista solando com uma vontade fora do normal. Um show histórico e eu que nem sou profundo conhecedor de Wilco gostei e me diverti incrivelmente. Deu pra viajar, lembrar dos amigos que estavam no Brasil e curtir um som foda. Essa é a beleza de um festival desses: ver bandas como o Wilco em palcos menores e com muito mais troca entre a banda e o público.

Wilco Wilco Wilco Wilco Wilco

Depois do Wilco, no mesmo palco, havia uma atração surpresa listada na programação. Eu, que estava acampando, vindo de uma viagem onde não fiquei muito tempo conectado não tinha a menor idéia de quem poderia ser a atração surpresa.

Deftones tocava no palco principal, Thursday no palco Shelter, Simian Mobile Disco (Live) no palco Dance Hall, outras bandas nos  palcos restantes e eu resolvi pagar pra ver qual era a banda surpresa.

Havia especulações sobre Pearl Jam e tudo mais que vc pode imaginar. Quem gostava muito de uma banda X achava que seria ela a tocar.

Foi quando eu cheguei pra um cara mais coroa que tava do meu lado na platéia e perguntei: “Quem você acha que vai tocar agora?”

O cara me respondeu: “Você não sabe?”

Eu respondi que não e ele me disse: “Saiu ontem na internet. Você não sabe mesmo?”

Eu respondi novamente que não e ele me disse: “Them Crooked Vultures

Aí vem a pausa dramática nesse post e a pergunta minha para você que está lendo: Você já ouviu falar nessa banda?

É a banda do Dave, John e Josh. Sabe?

Porra! O Dave que toca naquela banda…. Foo Fighters. Grohl. saca? Dave Grohl?

O Josh toca naquela QOTSA. Tal de Queens of The Stone Age. Josh Homme. Saca?

E o John talvez seja o que talvez você já tenha ouvido falar. Tocava numa banda que já acabou tem um tempo, uma tal de Led Zeppelin.

Meu xará, John Paul Jones.

Pois é, valeu muito a pena jogar os outros shows ao vento para ver em primeiríssima mão o show desses caras.

Tudo bem, eu não conhecia música nenhuma, mas imagina que ver o John Paul Jones na minha frente tocando baixo, com o Dave Grohl assassinando a bateria com uma mega felicidade no rosto e músicas cantadas pelo Josh Homme no melhor estilo QOTSA tomando esteróides.

PQP!!! Foi incrivelmente foda.

Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures Them Crooked Vultures

Akilo não tinha como melhorar não é?

Pois continuou incrivelmente foda.

Depois do show dos caras a galera deixou a tenda e eu pude ver o show do Beirut da grade. Que belo show hein? Puta merda. Do baterista nerdzão ao baixista branquelo com seu baixo acustico, foi tudo muito perfeito. Tudo tocado com maestria, a galera cantando as melodias e uma música foda atrás da outra. Ali acho que pode ter sido o ponto alto da noite.

Troquei o Offspring pelo Beirut, já que havia visto o Offspring no ano passado no Planeta Terra 2008 e era o mesmo show de agora. Quem viu no Pukkelpop falou que foi foda demais, e com certeza foi, pq o do Planeta Terra foi muito divertido. Um hit atrás do outro.

Beirut Beirut Beirut Beirut

Ainda tinha mais por vir.

Saí de lá e parti direto pro show mais importante da noite: FAITH NO MORE.

Bengala é o caralho, o Mike Patton tá cantando mais do que ele cantava antigamente, não para um segundo no palco, continua louco de jogar pedra. O show é fodão fodão fodão. Realizei o meu sonho de infância de ver o Faith No More. Coisa que eu não consegui fazer quando tentei na primeira vinda deles. Ok, confesso que meu pai não quis me dar dinheiro e não me deixou ir.

Faith No More Faith No More Faith No More Faith No More Faith No More

Ao final do show, fui relaxar na tenda Club com o show do Zero 7.  Mega ultra foda. Era o que eu precisava pra dormir feliz.

Zero 7 Zero 7 Zero 7

SEGUNDO DIA:

O segundo dia começou direto no palco principal pra ver a gostosa do Metric. Rapaz, que belo show hein? A banda é umas das minhas preferidas de vocal feminino e é um powertrio de mãos cheias, e por que não dizer, de pernas cheias. :D

Que pernão amigo!!!! A vocalista não para quieta um minuto, com um micro vestido ela andou pra cá e pra lá hipnotizando a galera que curtia o som e um belo visual.

Metric Metric Metric Metric Metric Metric

Ao final de Metric, a galera saiu pra ver outros shows e eu fiquei na grade novamente para ver o New Found Glory. Banda das minhas preferidas da época de adolescente e que eu tinha visto esse ano mesmo no Circo Voador.

O show foi curto, mas valeu muito simplesmente porque o vocalista Jason desceu do palco e foi pra galera cantar, sendo que a galera era exatamente onde eu estava. Resultado: apareci no telão cantando e os meus recém amigos do acampamento me falaram que eu tinha virado celebridade, pois todos eles que estavam lá atrás tinham me visto.  Foi um bom show, misto de clássicos das antigas com algumas músicas do novo CD e do anterior de covers de músicas de cinema.

Ao fim desse show, dei uma desncasada, afinal de contas pogar cansa,  e muito.

New Found Glory New Found Glory New Found Glory New Found Glory New Found Glory New Found Glory New Found Glory New Found Glory

Segui para o palco Marquee para ver Airborne Toxic Event. Banda bastante rock n’ roll clássico, porém com uma menina tocando violino. Vocalista com ótima presença de palco. A galera foi ao delírio. Toda a hora algum integrante subia na bateria ou numa das caixas de som pra fazer uma pose rocker heehehehe. Gostei muito do show.

The Airborne Toxic Event The Airborne Toxic Event The Airborne Toxic Event The Airborne Toxic Event

Depois foi a vez dos caras do Glasvegas subir ao palco do Marquee pra fazerem um dos melhores shows da noite. O vocalista tem um certo complexo de Deus, ou simplesmente de um rockeiro com muita auto-estima. Faz pose, canta, tira a jaqueta, bota a jaqueta, joga pro alto… e os caras, apesar do som ser meio meloso, tem muita atitude no palco e fazem o estilo roqueiro de jaqueta de couro.

Glasvegas Glasvegas Glasvegas Glasvegas Glasvegas Glasvegas

Depois do belo show do Glasvegas, chegou um dos shows mais esperados por mim e com certeza pela galera do Pukkelpop. Pelo que eu entendi, foi o segundo ano consecutivo do Vampire Weekend no festival. Sendo que no primeiro ano eles tocaram na menor tenda e o sucesso deles foi tão grande (tanto no festival quanto fora dele) que eles foram convidados para repetir a dose, dessa vez num palco maior.

O show foi perfeito. Todas as musicas fodas do primeiro album, uma palhinha do que vem no album novo e uma plateia cantando todas as musicas!!!! Fodão ver o Vampire Weekend ao vivo. Não sei quando seria capaz de ve-los em tão boa oportunidade.

Vampire Weekend Vampire Weekend Vampire Weekend Vampire Weekend Vampire Weekend Vampire Weekend

Ao final desse show, o povo todo correu para ver o Snow Patrol no palco principal e eu corri para me juntar ao velhos idosos no palco The Shelter (o menor) para ver a volta de uma banda clássica: THE GET UP KIDS

O ambiente estava perfeito. Uma boa galera da minha idade cantando e dançando os sucessos dos caras la na frente e uma galera mais nova curiosa com o som dos caras. O bom do palco The Shelter é o fato de que ele é o menor, então é só o artista la no alto e você, sem grades, sem espaços grandes separando nem nada. Você grita aqui debaixo o nome de uma musica e o cara de cima do palco escuta e acena falando: vai tocar! vai tocar!

Ao final do show, um bando de desconhecidos já se abraçava e cantava os clássicos como  Ten Minutes, Action and Action e muitas outras.

Fodão fodão fodão.

Sai do The Shelter com a sensação de alma lavada por ter visto uma banda que eu achava que jamais iria ver, simplesmente porque eles haviam terminado.

The Get Up Kids The Get Up Kids The Get Up Kids The Get Up Kids The Get Up Kids The Get Up Kids

Foi andando até o palco principal pra ver o show do Placebo.

Foi mal aí pra quem gosta, mas eu acho muito chato. Assisti e achei muito morno o show dos caras. O público também não se empolgou muito não.

Pukkelpop Placebo

Um pouco mais tarde os robos do Kraftwerk subiram ao palco e repetiram o mesmo show que eu vi aqui no Rio abrindo pro Radiohead. O que não faz disso um show menor, muito pelo contrário, é fodão.

TERCEIRO DIA:

O terceiro dia foi o que entramos mais tarde no festival. Aproveitamos que não tinha nenhuma banda que alguem do grupo falasse: Essa é boa! e fomos andar na cidade e tomar cervejas variadas. :D

Hasselt Hasselt Hasselt Hasselt Hasselt Hasselt

Quando chegamos ao festival fui pro show do Enter Shikari. Achei uma merda, cai fora e fui me preparar pra ver o Dinosaur Jr. no palco principal.

Enter Shikari

Porra, que belo powertrio hein? O show do Dinosaur Jr. tinha que ser em um dos palcos menores pra aproveitar a atmosfera e a galera. Acaba por ficar um pouco frio os caras tocando longe, mas mesmo assim foi um show bom demais. Várias músicas do album novo Farm e outras clássicas dos antigos.

Dinosaur Jr. Dinosaur Jr. Dinosaur Jr.

Enquanto o pessoal ia ver o show do 50Cent no palco principal eu fui ver The Whitest Boy Alive, banda de um dos caras do Kings of Convenience. Puta merda, o nerd branquelo zoa muito com essa banda dele. Todo mundo empolgadão tocando. Só tinha nerd na banda, desde o DJ até o baterista. Os caras tem um som muito foda e empolgam no palco. Resultado: Uma festa na plateia. Geral dançando, batendo palma. A união perfeita entre público e artista. Outro show nota 10. Os caras tocaram um cover the Give Me Love no final do show e o povo delirou e reclamou quando acabou. Foda.

The Whitest Boy Alive The Whitest Boy Alive The Whitest Boy Alive The Whitest Boy Alive The Whitest Boy Alive

Corri depois entre os shows do Klaxons, N*E*R*D, Life of Agony, dEUS, e fui me preparar pro show do Arctic Monkeys.

Mais um show super bem executado, com várias músicas novas muito boas e antigas excelentes mas que não empolga. Não sei muito bem o porquê, mas acho que é simplesmente porque a banda toca aquilo tudo mecanicamente e não interage com o público.

Assim como o show do Rio, o show foi frio, apesar de todo sucesso da banda e dos 3 ótimos CDs.

Arctic Monkeys Arctic Monkeys Arctic Monkeys Arctic Monkeys Arctic Monkeys

E esse foi o fim do Pukkelpop 2009.

Ano que vem tem mais. Bem, pelo menos pra eles tem. Pra mim são outros 500. :D

Mar 25

Foi mal a demora, mas só no show do Kraftwerk + Radiohead foram 8GB de fotos e videos e isso demora um tanto pra editar e fazer upload.

Mas aguarde e confie pois valerá a pena. Foram muitas fotos e videos em alta definição!!!!!

Aguardemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Nov 3

Spoon é uma banda Texana, formada em 1994.

O grupo é formado por Britt Daniel (guitarra e vocal), Jim Eno (bateria) e uma pá de músicos convidados que fica se revezando.

Pelo que eu pude perceber ouvindo 4 músicas, a banda é bem legal, o som é bem indie rock e tem uma pitada de Pixies…deu até pra achar um pouco de Cake numa das músicas que eu ouvi.

Os caras já tem 6 albuns:  Telephono, A Series Of Sneaks, Girls Can Tell, Kill The Moonlight, Gimme Fiction, Ga Ga Ga Ga Ga.

É bom, acho que vai surpreender positivamente muita gente no festival.

Os caras tocam de 22h30 às 23h30 no palco Indie.

O site oficial da banda é o www.spoontheband.com

Spoon – The Underdog

Spoon – Don`t You Evah

Oct 31


É isso aí minha gente, quem comprou comprou, quem não comprou, vai ter que rebolar.

Os ingressos pro Festival Planeta Terra 2008 esgotaram!

Calma, antes que vocês comecem a balançar o popozão, o “rebolar” foi só pra dizer que quem quer ingresso pro Planeta Terra 2008 vai ter que participar das inúmeras promoções que tão rolando por aí.

E é isso aê… eu vou estar lá, e se vc foi malandro, provavelmente você também vai estar. :)

Senão….

Hããã!

Oct 29

Pois é, pras meninas que chegaram aqui achando que era o Justin Timberlake, sinto muito mas não é nada disso.

Com a saída de Calvin Harris, o DJ Justin Robertson assumirá as pickups no Planeta Terra.

O cara faz um som estilo Acid House e além de Dj é também produtor e dono do selo Neverwork Records.

Confira a página do cara no myspace.

Oct 28

Cortando um pouco a vibe Planeta Terra, venho acá hablar novamente sobre El Cuarteto de Nós, banda uruguaia que apareceu no último podcast, lembram?

Pois é, fui cavar algo sobre eles no youtube e descobri que os caras lançaram o video da música Ya no sé qué hacer conmigo.

De lambuja ainda vou colocar o video de Pobre Papá, que é uma baladinha bem interessante, com uma letra que é relax de entender (se eu entendi, qquer idiota entende). O vídeo é simples, pero muy bacana.

Oct 27

Já que o Planeta Terra tá vindo aí, eu resolvi fazer o dever de casa e procurar saber mais sobre as bandas que eu nunca ouvi falar.

A primeira escolhida foi o Foals.

Banda inglesa, de Oxford, que começou quando amigos de longa data Yannis Philippakis (guitarra) e Jack Bevan (batera), se juntaram com Andrew Mears (vocais), Jimmy Smith (guitarra) e Walter Gervers (baixo).

Segundo a biografia do AllMusic, a banda começou como um protesto a proliferação de bandas com estilo prog que estava brotando na região.

Um tempo depois o vocalista Mears deixa a banda e Philippakis assume os vocais. A banda também ganha outro integrante, Edwin Congreave que assume os teclados sem nunca ter tido contato com o instrumento.

O quinteto lançou apenas um album chamado Antidotes.

Pelo que pude ouvir rapidamente pro videos no YouTube e afins, achei o som dos caras muito parecido com o Rapture, com a batidinha pós-punk e as guitarrinhas bem marcadas e vocal bem inglesão.

Os caras tocam no Planeta Terra, dia 08 de Novembro de 21:00 as 22:00 no palco Indie.

Foals – Hummer

Foals – Electric Bloom (ao vivo em Glastonbury)

Oct 24

Pois é, fomos (na 1a pessoa do plural pra parecer que o QPP é uma organização ou uma galera enorme) escolhidos para cobrir o festival Planeta Terra que acontece em Novembro em Sampa.

Pra ser mais específico, o festival acontece dia 08 de Novembro e vai ter 3 palcos: um principal, um “indie” e um eletrônico.

A programação é a seguinte:

Main Stage
17h30 às 18h30 – Vanguart
19h às 20h – Mallu Magalhães
20h30 às 21h30 – Jesus and Mary Chain
22h00 às 23h15 – Offspring
23h45 às 01h00 – Bloc Party
1h30 às 02h45 – Kaiser Chiefs

Indie Stage
16h30 às 17h30 – Brothers of Brasil
18h00 às 19h00 – Curumin
19h30 às 20h30 – Animal Collective
21h00 às 22h00 – Foals
22h30 às 23h30 – Spoon
0h às 1h30 – Breeders


DJ Stage

20h30 às 22h00 – Mau Mau
22h às 23h30 – Mylo (dj set)
23h30 às 1h – Calvin Harris (dj set)
1h às 3h – Felix da Housecat

Pra me achar nesse festival é mole.

As 16:30 verei Brothers Of Brazil, dueto dos irmãos João e Supla, que é interessante e divertido.

17:30 é a vez de ver se o Vanguart tem outra música que não seja aquele chiclete “Todos os meus amigos, tooooodos os meus amiiiiiiiiiiiiigos…..”.
Confesso que não conheço o Vanguart além dessa música, mas parece muito com algumas bandas cariocas.

É chegada a hora e a vez da Mallu Magalhães subir ao palco as 19:00 e ao contrário de muitos por aí que odeiam tudo que faz sucesso e é hype, eu acho a Mallu interessante. Gostei das tchubarubas e outras musiquinhas que ouvi dela e o dueto com o Camelo no CD novo do cara é uma bela música.

O som do Jesus and Mary Chain não é muito do meu agrado, então provavelmente estarei em alguma outra tenda nesse momento conferindo ou o Mau Mau, ou o Animal Collective / Foals.

Até então amigo, o que veio era um aperitivo pro verdadeiro festival Planeta Terra. As 22:00 o Main Stage vai acordar pra ouvir o som do Offspring. Será meu 4o show da banda e tô achando que vai surpreender muita gente.

As 23:45 vai acontecer o que pra mim vai ser o ponto alto do festival todo. O show do Bloc Party. Os caras deixaram a desejar no prêmio da MTV, fazendo um playback descarado que eu me forço a achar que foi exigencia da MTV. Whatever, chegou a hora dos caras tocarem a vera mesmo.

E finalmente, pra completar com chave de ouro este belo festival, 1:30 Kaiser Chiefs subirá ao palco.

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