É isso mesmo senhoras e senhores, leitores e ouvintes do QUEM PODE PODA, com a ajuda deste que vos escreve (e fala) saiu o episódio piloto deste que promete ser mais um podcast melhor que o QPP: o MuggCast
Pra quem não sabe, o Mugg é um site de notícias musicais totalmente colaborativo, onde você pode adicionar suas notícias, votar e comentar nas noticias postadas. As notícias mais votadas vão pra página inicial do site. Foda né?
Já falei do Mugg em alguns podcasts e agora os 2 responsáveis pelo site, Guilherme (gneumann) e Marilica, soltaram o podcast.
Demos um pouco mole com o volume (pra variar) já que foi a primeira vez que gravamos com um microfone só pra 3 pessoas. Pois é, tiramos leite de pedra, mas tá beeeeeeeeem foda e é só o primeiro de muitos, eu espero.
Quero dar minhas boas vindas e desejar longa vida a mais um podcast foda.
De acordo com a lei número 2412 artigo 5 parágrafo 8 Mateus Capítulo 5 versículos 12-27 é garantido ao Q U E M P O D E P O D A o direito de resposta as acusações feitas pelo podcast Dharmapod (www.dharmalog.com) em seu episódio #1.
O Q U E M P O D E P O D A (a partir de agora referenciado como QPP) também está livre do copyright, ou seja, cagamos pra ele solenemente.
O QPP, um podcast sem fins lucrativos, e seus feitores, acreditam que a divulgação do artista e de uma pequena parte de sua obra é muito importante e rentável ao mesmo e não atrapalha de forma alguma a venda de CDs e músicas no formato digital visto que o produto vendido possui qualidade superior (o QPP tem qualidade de audio média/baixa) e não possui vinhetas e interferências no decorrer do mesmo.
Nas sábias palavras de JP Lages:
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À Gerência
Pronto, a brincadeira acima foi só pra dizer que o Dharmapod, podcast do meu grande amigo e ser humano incrível, Nando P. , está no ar em seu episódio #1. O cara não só está dominando volumes como se mostrou um mestre na arte das vinhetinhas.
R e c o m e n d o f o r t e m e n t e >> Dharmapod #1
Acabei de ver um twitter da Guadalupe falando o quanto era legal o clipe novo do The Matches para a música Salty Eyes.
Vendo o clipe posso dizer que a banda não é nada demais, pelo menos essa música não é, e o clipe mostra como o preço das TVs de tubo deve estar realmente beeeeeeeeem baixo lá fora.
Um podcast mistureba como de costume: Quem Pode Poda #29 tem Ska, tem Punk Rock, tem Heavy Metal, tem coisas ao vivo, tem lançamentos, tem bandinhas da moda na Inglaterra, tem velharia, tem novidade, tem o JP e tem mais é que ser ouvido por geral mesmo. Falei.
Streetlight Manifesto: Tem!
The Specials: Tem!
Hard-Fi: Tem!
Deep Purple: Tem!
NoFx: Tem!
Van Canto: Tem!
The Madness: Tem!
Pela-sacos: Não Tem!
JP: Tem!
Merda: ô, e como tem!
O que você achou?
Como prometido, aqui está o videozinho do show do Madness no Madstock Live.
Se liga na galera pulando !!!!
ERRAMOS:
O blog do Cox não se chama Revelações Digitais (apesar desse nome ser bem legal). O nome correto é REFLEXÕES DIGITAIS. Foi mal Cox ! Sabe como é né ? Podcast gravado ao vivo, sem edição e sem roteiro, dá nisso.
Porra, o maior vacilo foi falar que Battery é do …And Justice For All, quando todos sabemos que é do Master Of Puppets. Isso que dá fazer o programa sem uso de entorpecentes.
Acabei de ver um videozinho (que tá aí em baixo) que já tá rolando nas MTVs da vida, da música Harder, Better, Faster, Stronger do Daft Punk que vai fazer parte do DVD ao vivo que os 2 ‘robôs’ estão lançando.
A gravação foi feita nos moldes do novo DVD dos Beastie Boys – Awesome I Fuckin Shot That: Vários fãs receberam cameras para filmar o show dos caras e no final das contas eles editaram tudo e fizeram um videozão só com vários pontos de vista de diversas pessoas.
Só esse primeiro video já serviu pra dar arrepios só de lembrar do show que a galera viu no Tim Festival do ano passado e que o burrão aqui perdeu. Tudo bem, o burrão teve uma segunda chance de ve-los, em NY, no Brooklyn e não perdeu.
O foda da história toda é que eu filmei algumas partes do show, fiz um videozinho justamente da Harder, Better, Faster, Stronger e botei no Vimeo.
Finalmente! Consegui colocar os videos e fotos do segundo dia do Tim Festival.
Dessa vez o palco era o New Rock US, com 2 nomes muito interessantes: Juliette And The Licks e The Killers.
Ao contrário do chato Hot Chip, que alguns leitores paulistas aqui do blog disseram gostar mas que é chato pra caceta, o Juliette And The Licks é uma banda divertida e muito boa de ver e ouvir.
Comecei a ouvir a banda quando ouvi que ela havia sido escalada pro Tim, e sabia q se tratava da Juliette Lewis, minha musa do Cabo do Medo, Natural Born Killers e por aí vai, mas achava que deveria ser algo ruim e que só aparecia porque ela é atriz famosa.
Tratei de baixar o CD mais recente e gostei pra caramba. Não é nada assim: “óóóóó é revolucionário” mas é muito bacana. Rockzinho simples como aquele que a galera deveria estar fazendo nas garagens ao invés de ficar cultivando franja e chorando aos berros.
A garota e sua banda são um clichê ambulante: Ela corre pra todo lado feito uma espoleta, grita coisas como: “Rio! Do you feel alive?“, rebola feito um Iggy Pop com peitos (bem, nem tanto peito assim) e sua banda toca fazendo caras e bocas. Muito foda! A simpatia da moça atrelada ao fato de que você vê que ela gosta do rock’n'roll levou a galera a entrar na onda dela.
Bem, uma banda que tem como fã um certo cara chamado Dave Grohl, fã este que toca no CD dela, não pode ser ruim. E não é.
Ponto alto pros hits: Sticky Honey, Hot Kiss e Get Up e pro ponto onde todos tocam uma parte da bateria juntos.
Público aquecido, era hora de falar sério: The Killers.
Cara, não havia época melhor pra ver um show dos caras.
CD estouradão, fãs com as letras na ponta da lingua e Brandon Flowers e cia. tocando e cantando muito.
Pelos bootlegs que andei baixando da Internet nos últimos meses, como o de Glastonbury 2007, tinha medo de que os teclados fossem estar baixos demais e quase que inaudíveis, mas graças a Deus isso não rolou. Dava pra escutar, e dava pra escutar muito bem.
Tudo bem, não precisava de ter um pedestal de teclado parecendo uma árvore de natal, mas tá beleza, a gente atura os egocentrísmos (existe isso?) da banda pelo bem maior que é a música.
Acho que não faltou música alguma pra ser tocada, e até certo ponto nem precisava tocar Uncle Johnny, que eu acho beeeeem chatinha.
Aí vai o set list e alguns vídeos onde ouve-se muito a voz empolgada deste que vos escreve. heheeheheheheheh
- The Killers -
1. Sam’s Town
2. Exitlude
3. When You Were Young
4. Bones
5. Somebody Told Me
6. Smile Like You Mean It
7. Jenny Was a Friend of Mine
8. Uncle Johnny
9. This River Is Wild
10. Read My Mind
11. On Top
12. Bling (Confessions of a King)
13. Mr. Brightside
14. My List
15. Shadowplay
16. For Reasons Unknow
17. All The Things That I’ve Done