JPLAGES.COM: Q U E M P O D E P O D A

Um podcast carioca sobre o nada. Uma ilha musical rodeada de besteiras por todos os lados.
May 23

É, aqui a gente não se contenta em fazer o podcast mais sem sentido do mundo, a gente quer mais é inovar.

A proposta nova é a seguinte: Como hoje em dia o time do “Quem pode, poda” está parte em Nikiti (esse é o preto), parte com o calcanhar fudido (esse é o galã latino) e parte com preguiça de tudo (esse sou eu), resolvi testar a idéia de gravar o programa com eles via SKYPE.

Vai ficar bom isso Jotapê ?
- Sei lá. Pode ser que role um delay enorme na voz da galera e um de nós comece a gaguejar e a falar SANDUICHE-ICHE… AS PESSOAS PRECISAM SABER, SABER…

Bem, provavelmente estaremos testando isso na terça-feira, ou seja, um podcast novo a vista…
Deve rolar uma banda show de bola nesse, chamada FALL OUT BOY :o P heheeheheeheh, brincadeira…

Sigam-me os bons !

May 19

É isso mesmo, saiu o Podcast 5, e infelizmente, devido ao meu espaço limitado no Terra (50MB) estou deixando disponíveis apenas os 2 últimos podcasts, mas isso apenas enquanto eu não acho algum lugar que hospede zilhões de Giga “de gratis”.

Mas parando com o choro, deixem-me falar do Podcast 5.
Ele veio para comemorar o lançamento dos Cds novos do Weezer e Fall Out Boy.
Weezer, banda que está em seu 5 CD (Blue, Pink, Green, Maladroid e agora o Make Believe), parece que entrou em um local que eu acho muito perigoso pra uma banda entrar…
Parece que eles “acharam a fórmula”. Quem já ouviu os CDs anteriores, vai ver que esse CD não é nem um pouco revolucionário, muito pelo contrário, as pessoas vão ser capazes de achar introduções e riffs parecidíssimos com músicas dos CDs anteriores da banda, mas aí você me pergunta: “Mas o CD é ruim Jotapê ?”

Eu te respondo: “Não é ruim não, mas de começo eu estranhei.”
Te digo mais, hoje em dia eu gosto bastante do CD, mas ele é mais do mesmo… são boas musicas, mas são como uma continuação dos CDs anteriores… não é inovador. Você vai ouvir, vai se acostumar, vai gostar e dai vai partir pra ouvir outra coisa que alimente a sua vontade de coisas novas.
Bandas como Offspring, ao meu ver, estão nesse patamar… lançam CDs que não são ruins, mas são parecidíssimos com o CD deles que mais vendeu.

Vejam bem, eu adorei o CD, mas não foi um CD que mudou minha vida musical como o Blue album por exemplo. Bem, escutem o Podcast e vocês terão 4 amostras deste CD.

Com relação ao Fall Out Boy, que o Bira cisma em me criticar por eu gostar muito, a banda está no segundo CD, o primeiro por uma gravadora grande, e ao meu ver o CD também é muito bom, mas seria muito difícil barrar o primeiro CD, que ao meu ver foi o melhor CD do ano, no ano que foi lançado.

Muitos me xingarão, muitos falarão mal de mim por não acharem a banda melhor que outras bandas fodas que existem por aí, e eu digo mais, realmente não é melhor que muitas bandas, mas ela tem um CD que ao meu ver é foda do começo ao fim, e que foi o CD mais divertido que eu ouvi nos ultimos tempos.

O segundo CD, lançado agora, é bem bacana, é um mais do mesmo também, mas a banda está no segundo CD apenas… ela pode continuar a tentar melhorar a fórmula.

Também ouvirão 4 músicas do CD novo pra julgarem por vocês mesmos.

Bem, gostaria muito dos comentários de vocês sobre o programa, eu sei que eu falo muita merda, e que não plenejo o programa antes de faze-lo, mas caso esteja ruim, reclamem, eu posso sempre melhorar… heheehehehehe

Abraços !

JP

May 2

Apresentação sempre foi algo estranho. Bem, pelo menos pra mim.

Não acho que tenha problemas com aquela velha máxima: “A primeira impressão é a que fica”, acho que sei ser educado e me apresentar bem, sei falar direitinho, tenho conteúdo (uau!), mas digo que sou tímido pra caramba, e é isso que me detona.

Outro problema crítico que eu tenho é prestar atenção em tanta coisa e não conseguir me focar nas mais importantes, como o nome da pessoa.
Pois é, aquele momento importantíssimo da apresentação:
– João Paulo, deixa eu te apresentar FULANO.”
- Prazer!
Fulano, este é o João Paulo.
- Prazer.

Pronto, nesse exato momento, eu não lembro mais qual o nome da pessoa. Não sei se é Beltrano, Ciclano, Fulano… eu nunca presto atenção, nunca.

E aí, fico a conversa toda sem poder tocar no nome da pessoa, e falando tudo através de “você” e outras artemanhas que eu já tenho esquematizadas de tanto que isso acontece comigo.

” – Mas me diz, você faz o quê lá na sua empresa?”

A timidez é tão escrota que seria muito mais fácil dizer: “Pô, desculpa, esqueci seu nome.
Mas isso teria um limite de pelo menos uma meia hora, e comigo isso acontece tão instantaneamente que fica até mal pra mim…. heheehehehehe….

Em apresentações, tento me manter na minha, um pouco mais sério, porque sei que brinco demais com tudo, então preciso ver se a pessoa é de brincadeiras ou não. Então com o tempo, é bastante normal que o nível de brincadeiras por minha parte só tenham um aumento.

Acho que em uma apresentação o que vale é não dar uma expectativa errada para as pessoas.
Sei disso porque conheço gente que assim que você conhece, faz de tudo para ser a pessoa mais engraçada que existe, e logo depois, volta a ser a pessoa chata de sempre… ou seja, quebra a sua expectativa de que ela seria sempre engraçada.

Certa vez aconteceu isso em uma dinâmica de grupo, onde todos deveriam se apresentar dizendo o nome, o animal com o qual se identificavam, o porquê e além disso, deviamos imitar o animal.

Eu era o primeiro… disse:

Meu nome é João Paulo, e o animal com que eu mais me identifico é o cachorro. Não só pelo fato de que eu sempre quis ter um mas nunca tive, como pelo fato dele gostar de companhia, e amizade. Ah… e UAU-AU! AU!

Bem, todos riram, mas todos ainda iriam ter que fazer o mesmo…

Houve casos de pessoas se identificando com peixes, gatos, tigres, leões…

Beleza, até que me chega no cara que ao meu ver foi o mais pela-saco de toda a dinâmica, o cara que queria marcar a apresentação dele com “um toque a mais de inteligencia”. E la vai ele.

Meu nome é Lucks (e pior q é isso mesmo) e o animal com que eu mais me identifico é o bicho homem, porque ele é o mais inteligente de todos os animais“.

Porra, na mesma hora eu acho que todas as 20 pessoas que estavam lá, devem ter dado um suspiro do tipo “Aff” ou “Putz“, inclusive eu.

A impressão inicial dele pra mim foi “Esse é pela-saco“.
E advinhem só ?
A primeira impressão não ficou, eu estava errado.
Ele não era pela-saco, ele era MUITO pela-saco.

Bem, é como dizem por aí: “Sejam vocês mesmos, mas não sejam sempre os mesmos.”

Prazer, JP.